O percurso da Kopke confunde-se com a história do seu lugar. O Douro estava destinado a ser o anfiteatro eleito para esta união entre a vontade do homem e da natureza. A sua história remonta a 1638, quando a Kopke ainda era apenas uma empresa de compra e venda de vinho. A compra de uma quinta no Douro, em 1781, assinala a transição de uma empresa de compra para um grande produtor de vinhos.
Os Vinhos do Porto vão ganhando importância na firma, tornando-se em pouco tempo o negócio principal. A Nicolau Kopke & Co. torna-se num exemplo de inovação, integrando produção e comércio de vinhos na mesma empresa.
Em 1828, Cristiano Nicolau Kopkë, tataraneto do fundador da empresa, Nicolau Kopkë, e neto de Cristiano Kopke, ficou do lado do Partido Liberal durante a guerra civil, ligando assim a empresa e a família à causa. Essa dedicação ao conceito de progresso social será compartilhada por todas as gerações sucessivas da família. No ano de 1836, Cristiano Nicolau Kopke é agraciado com o título de Barão de Vilar. 10 anos mais tarde, o seu sobrinho Joaquim Augusto Kopke recebe o título de Barão de Massarelos. Dois séculos após a chegada da família em Portugal, o compromisso com o desenvolvimento do país foi recompensado.
A firma assume o nome de C. N. Kopke. A Kopke em 1841, permanece como tal até hoje. Nos próximos séculos, a Kopke se esforçará para honrar o seu legado, que foi construído com paixão através das várias gerações.
Porto Kopke Tawny Colheita 1976, Cada vinho conta uma história. No caso dos Colheita Kopke, essa história é única. Saborear um vinho é saborear história e no caso deste Colheita é recordar acontecimentos marcantes como a atribuição, na Bélgica, do Grande Prémio Internacional de Poesia a Miguel Torga
Notas de Prova: Vívida cor âmbar com laivo dourado. Nariz envolvente, meloso, de incrível complexidade, abundante em ricos aromas de leite condensado, baunilha e café. No palato revela-se comple xo, untuoso e bem estruturado. Um vinho maravilhosamente equilibrado com duradouro final.