Aguardente de Medronho Aldeia de Cima 50cl

56,95 €

País: Portugal

Região: Alentejo, Serra do Mendro

Produtor: Herdade da Aldeia de Cima

Terroir: Solos xisto-argilosa. Clima mediterrâneo fresco, favorecida pela barreira natural da Serra do Mendro, que protege dos ventos quente e secos e favorece a retenção da humidade.

Origem| Tipo: 100% Selvagem| Aguardente de Fruto

Destilação: Dupla destilação em banho maria em alambique de cobre e inox

Enologia: António Cavalheiro

Volume: 0,75L

Álcool: 48%

Garrafas Produzidas: 1 400

Prémios: Wine Spectator: 90pts; Wine Enthusiast: 92pts; Revista de Vinhos: 90pts

País: Portugal

Região: Alentejo, Serra do Mendro

Produtor: Herdade da Aldeia de Cima

Terroir: Solos xisto-argilosa. Clima mediterrâneo fresco, favorecida pela barreira natural da Serra do Mendro, que protege dos ventos quente e secos e favorece a retenção da humidade.

Origem| Tipo: 100% Selvagem| Aguardente de Fruto

Destilação: Dupla destilação em banho maria em alambique de cobre e inox

Enologia: António Cavalheiro

Volume: 0,75L

Álcool: 48%

Garrafas Produzidas: 1 400

Prémios: Wine Spectator: 90pts; Wine Enthusiast: 92pts; Revista de Vinhos: 90pts

A Herdade da Aldeia de Cima é um projeto relativamente recente, mas profundamente enraizado na tradição vitivinicola do Alentejo, remonta à época romana na região da Vidigueira

Santana é uma pequena aldeia no concelho de Portel, junto à antiga estrada romana entre Évora e Beja, que faz fronteira com a Vidigueira, no limite sul do Alto Alentejo. "Sant'Anna da Serra do Mendro" é mencionada pela primeira vez no séc XVIII, após a remodelação da igreja medieval, entre "duas aldeyas que lhe chamam huma a de Baxo, outra a de Sima", de acordo com as Memórias Paroquiais de Portel, Vila Viçosa, de 1722 a 1832. O povoado de "Sima", referenciado em 1758, terá dado origem à Herdade Aldeia de Cima.

A Herdade nasce com o objetivo de reinterpretar esse legado com uma visão atual e de valorizar o território único da Vidigueira, uma zona históricamente reconhecida pela produção de vinhos frescos e equilibrados dentro do Alentejo. Esta região beneficia da influência da Serra do Mendro, que atua como barreira natural, criando um microclima mais fresco e com maior retenção de humidade privilegiando a elegância e a acidez nos vinhos.

O projeto assenta numa abordagem de respeito pela natureza e autenticidade do lugar, valorizando as castas tradicionais, o mínimo de intervenção e a expressão fiel do terroir, apostando numa viticultura consciente e sustentável por forma a preservar o equilíbrio natural dos solos, das vinhas e dos ecosistemas existentes.

Aguardente de Medronho Aldeia de Cima, Os medronheiros povoam a Serra do Mendro desde tempos ancestrais. Na terra fresca de altitude encontram o equilíbrio perfeito ao lado de outras comunidades arbustivas no montado. Os pequenos frutos amarelos alaranjados e vermelhos, suspensos por finas hastes a balancearem ao sabor dos ventos frescos que ao final de cada tarde chegam do atlântico, ornamentam a terra no Natal numa rusticidade quase poética. Os arbustos de proporção generosa mostram a sua resiliência a cada ano. Oferecem a riqueza de um fruto único, pleno de aromas e sabores macerados na destilaria que serão recuperados na dupla destilação a vapor, originando uma aguardente de medronho fina e elegante, de cor límpida, transparente, quase cristalina, saboreada com vagar e em vários goles, na companhia de uma boaconversa

Notas de Prova: Cor transparente cristalina. Aroma a medronhos bem maduros, erva seca, esteva e resina e subtil especiaria e terra húmida. Na boca ataque intenso e quente, corpo médio, perfil frutado e rústico, com notas de fruta fermentada. Final longo e ligeiro picante.