Vinho Branco Antonio Maçanita Terrantez do Pico 2024 75cl

59,95 €

País: Portugal

Região: Pico, Açores

Produtor: Maçanita

Terroir: Solos vulcânicos de lagido e biscoito formados entre 500 e 2000 anos, vinhas velhas plantadas nas fendas das rochas da base das montanhas vulcânicas. Clima oceânico, com ventos fortes e salinos do atlântico.

Castas: Terrantez do Pico

Estágio: Fermentação e estágio durante 10 meses em Cubas de Inox e Barricas de 3º uso sobre borras finas.

Enólogo: Antonio Maçanita

Volume: 75cl

Álcool: 12%

Garrafas Produzidas: 5 000

Prémios: Sem informação

País: Portugal

Região: Pico, Açores

Produtor: Maçanita

Terroir: Solos vulcânicos de lagido e biscoito formados entre 500 e 2000 anos, vinhas velhas plantadas nas fendas das rochas da base das montanhas vulcânicas. Clima oceânico, com ventos fortes e salinos do atlântico.

Castas: Terrantez do Pico

Estágio: Fermentação e estágio durante 10 meses em Cubas de Inox e Barricas de 3º uso sobre borras finas.

Enólogo: Antonio Maçanita

Volume: 75cl

Álcool: 12%

Garrafas Produzidas: 5 000

Prémios: Sem informação

António Maçanita, Pai açoriano, mãe alentejana. De três filhos, dois estão ligados ao vinho: os enólogos António e Joana Maçanita. Ambos nascidos em Lisboa, “mas nunca senti que fosse de Lisboa”, confessa António, enquanto explica que as férias de infância passadas nos Açores desenvolveram, nele e nos irmãos, uma forte sensação de pertença ao arquipélago, que acabaria por ter influência no seu futuro.

Foi em São Miguel que o enólogo António Maçanita cresceu com uma forte ligação ao mar e às atividades marítimas,António Maçanita, começou no mundo dos vinhos em 2000, nos Açores, mas é só em 2004, com 23 anos, que faz o primeiro vinho. 

Onde outros não veem futuro, António Maçanita vê desafio.

É talvez nos Açores que a revolução é mais visível, as uvas açorianas são hoje as mais caras de Portugal. É nos Açores que António Maçanita trava a batalha para que se legalize a utilização de vinhas de cheiro (vinhas constituídas por híbridos, mas que são há 170 anos parte da comunidade, cultura e religião dos habitantes dos Açores). Como as descreve António Maçanita, num visível orgulho e entusiasmo “vinhas lindas, algumas com mais de 150 anos”.

António Maçanita produz vinhos em quatro regiões diferentes, criou três projetos de produção própria, através da sua empresa de consultoria apoia atualmente quatro produtores, e lança no mercado, anualmente, mais de 50 rótulos de assinatura. 

Os vinhos António Maçanita são produzidos em diferentes regiões, mas com um fio condutor bastante firme: a recuperação histórica e a valorização das características inerentes das castas e regiões, não seguindo modas, mas sim criando-as, às vezes, sem querer. Nos vinhos de António Maçanita e na sua produção, é clara a sua dedicação ao terroir e ao desenvolvimento local sustentável.


A história da Azores Wine Company começa a 3 de abril de 2014, quando fundada por Filipe Rocha, Paulo Machado e pelo enólogo António Maçanita.

Os três sócios da Azores Wine Company são pessoas profundamente ligadas aos Açores, que se cruzam inevitavelmente por partilharem duas grandes paixões: os vinhos e a gastronomia, às quais dedicam grande parte das suas vidas.

A produção dos vinhos do Pico, a recuperação de uma casta em extinção, a promoção dos vinhos, da gastronomia e do turismo dos Açores são alguns dos projetos aos quais estão ligados. 

O enólogo António Maçanita tem uma relação longa com os Açores, por uma infância de férias passada em São Miguel e uma tentativa falhada de plantar uma vinha em 2000, com apenas 20 anos.

Em 2010, quatro anos antes da fundação da Azores Wine Company, inconformado e com vontade de fazer diferente, recuperou uma casta açoriana praticamente perdida no arquipélago, o Terrantez do Pico, num projeto conjunto com os Serviços de Desenvolvimento Agrário de São Miguel. A recuperação da casta Terrantez do Pico, está na origem da história da Azores Wine Company, sendo o berço da sua filosofia: recuperar castas autóctones dos Açores e devolvê-las ao mundo.

Atualmente, a recuperação das castas autóctones dos Açores, localizadas em grande parte na Ilha do Pico, compõem o perfil típico dos vinhos açorianos. 

Grande parte do projeto da Azores Wine Company passa pela recuperação de cerca de 100 hectares de vinha na Ilha do Pico, tornando-se em breve o maior produtor privado dos Açores.
Para além das vinhas próprias, a empresa tem ligação a cerca de duas dezenas de viticultores locais.

A médio prazo, a Azores Wine Company irá produzir cerca de 150.000 garrafas por ano, dando destaque à excelência das castas açorianas, nomeadamente Arinto dos Açores, Terrantez do Pico, Verdelho e Saborinho. Será igualmente importante a produção de vinhos rosé e tinto, que pelo terroir açoriano têm um perfil fresco que vai ao encontro das novas tendências mundiais.

O projeto Azores Wine Company é também uma homenagem à História e aos heróis que moldaram a impressionante Paisagem das Vinhas da Ilha do Pico, construindo milhares de currais a perder de vista, nos quais se fez o “impossível”, e que hoje são uma das 14 regiões vitivinícolas classificadas pela UNESCO como Património da Humanidade. 

Este é o foco da produção da Azores Wine Company, vinhos dos Açores únicos, plenos de identidade, puros, frescos, desafiantes e com um toque de sal… tal como a vida deve ser!

Terrantez do Pico é uma casta autócto- ne e exclusiva das ilhas dos Açores. A última contagem de videiras da casta, fora dos ensaios dos serviços oficiais, era inferior a 100 plantas quando António Maçanita decidiu envolver-se na recu- peração desta casta. Hoje está a ser gradualmente replantada, o que dá esperança, com cerca de 30 hectares plantados. Este vinho demonstra o potencial desta casta única, neste terroir vulcânico “extremo”, num vinho puro, mineral, e salino... na esperança que contamine outros a mantê-la viva.

Terrantez do Pico By António Maçanita 2024,

Notas de Prova: Cor Amarelo citrino brilhante, nariz intenso floral, com notas de chá, bergamota e iodo. Ataque cheio rico, com toque de iodo e sal.